quinta-feira, 26 de abril de 2012

BH na memória








As cidades no geral não nascem. Elas surgem no caminho de exploradores ou à beira de águas navegáveis. Surgem na descoberta de riquezas, na ânsia de conquistas à força bélica, ou no reflorir de esperança dos que saem à procura de uma vida nova” – descreve o jornalista Jáder de Oliveira nas primeiras linhas de “No Tempo mais que Perfeito”, relato poético e memorialista dedicado a Belo Horizonte.

Apontado por muitos como um dos principais nomes do jornalismo brasileiro, Jáder de Oliveira morreu aos 76 anos, em abril de 2011, em Londres, após uma longa luta contra o câncer. Mineiro de BH, passou 40 anos de sua vida profissional como correspondente na Inglaterra, 31 deles dedicados ao jornalismo na BBC. Ele se orgulhava de ter registrado em reportagens momentos importantes da segunda metade do século 20, como a invenção da minissaia e da pílula anticoncepcional, a revolução provocada pelos Beatles e as mudanças implantadas pela “Dama de ferro” Margareth Thatcher à frente do governo britânico.





BH na memória: no alto,
luar sobre Belo Horizonte em
fotografia de março de 2012 no
Bairro Floresta. Acima, a cidade em
cartão-postal de 1950. Abaixo, a
Praça da Liberdade em cartão-postal
colorido a mão, datado de 1947










Tive a sorte de fazer uma longa entrevista com Jáder de Oliveira em fevereiro de 2010, quando ele esteve a passeio em BH, depois de décadas de ausência por conta do exílio voluntário em Londres. Ele retornava à terra natal para rever os amigos e lançar seu único livro. A entrevista começou no final da tarde, no Museu de Artes e Ofícios, onde Jáder faria à noite a primeira sessão de autógrafos do livro, e prosseguiu por telefone, na manhã do dia seguinte.

Entusiasta da profissão de jornalista, Jáder descreveu com saudades e emocionado o início de sua vida profissional, na Belo Horizonte de outros tempos, e de personagens ilustres como o ex-prefeito, ex-governador e ex-presidente Juscelino Kubitschek, e de seus percalços nas terras da Rainha Elizabet, onde foi testemunha ocular de eventos que mudaram o mundo nas últimas décadas. A entrevista teve início com Jáder resgatando casos muito engraçados, alguns deles registrados no seu livro, que enumera cenas e personagens que fizeram a história na Belo Horizonte dos anos 1950.






O bonde em Belo Horizonte, que recebeu 
versão fechada com janelas, instalada para
a Copa do Mundo de 1950, em ilustração
da capa do livro de Jáder de Oliveira.
Acima, em fotografia datada de 30 de junho
de 1963, no Viaduto Floresta, quando as
últimas linhas foram retiradas de circulação
 



Jáder de Oliveira fez questão de destacar um detalhe, no livro e na entrevista: a capital de Minas Gerais é uma das poucas cidades do mundo que tem de fato uma data de nascimento e pode festejar, todos os anos, seu aniversário. Nascida da decisão política do governador Afonso Pena (1847-1909) e projetada nas pranchetas, BH é a personagem principal no livro de Jáder, que tem por subtítulo "Vida e sonhos de Belo Horizonte nos anos 50".



Testemunha da história



As páginas inspiradas do único livro do jornalista que marcou época na BBC incluem ilustrações de Silvia Aroeira sobre imagens de época e belo projeto gráfico de Francisco Caram e Priscilla Pagani. Jáder vai resgatando as histórias de BH e breves diálogos numa extensa galeria de personagens. Há os anônimos e os mais célebres – que têm em comum o destino de terem encontrado na capital das Minas Gerais o cenário "mais que perfeito" para viver as tramas que a memória seletiva do autor desfila, entre a gravidade das tragédias políticas e quiproquós esmiuçados com a graça das melhores anedotas.








O repórter Jáder de Oliveira (ao centro)
estreando na redação da BBC de Londres
e comemorando uma premiação com
o amigo Ivan Lessa em 1988



Seu senso de humor e dedicação ao trabalho conquistaram grandes amigos entre celebridades do jornalismo brasileiro, desde a década de 1950. Antes de embarcar para Londres, no final de 1969, fez grandes amigos na redação do extinto “O Pasquim”, no Rio de Janeiro, como Paulo Francis, Ziraldo, Jaguar, Millôr Fernandes e Ivan Lessa, entre muitos outros. Com Ivan Lessa a amizade seria mais fortalecida em Londres, na BBC, incluindo uma aposta iniciada em 1986. “O Ivan estava preparando e adiando há tempos a publicação do primeiro livro. Aí para apressá-lo eu o desafiei dizendo que publicaria meu livro antes do dele e talvez até mais de um”, recorda.

Naquele ano, Ivan Lessa publicaria a coletânea de contos “Garotos da Fuzarca”, seguida por “Ivan Vê o Mundo” (crônicas, 1999) e “O Luar e a Rainha” (crônicas, 2005). “Não publiquei primeiro, mas ainda tenho fôlego para superar o Ivan Lessa. Nem que seja na quantidade de livros que tenho por publicar daqui pra frente”, ironizou Jáder, entre gargalhas. Mas não teve tempo para superar o amigo na aposta. 

Como sempre, bem-humorado, Jáder define a si mesmo, na entrevista, como um "especialista em generalidades". Hábil narrador, na linhagem mineira dos melhores contadores de causos, ele poderia ser descrito como "globetrotter" – como aponta o publicitário e cronista Márcio Rubens Prado no breve texto de apresentação ao livro.



Globetrotter
 


De longa data amigo do autor, Rubens Prado lembra que o termo "globetrotter" era muito usado há até poucas décadas, "quando as pessoas que viajavam, principalmente para o exterior, eram raras, e vítimas de rancorosa inveja dos provincianos sedentários". O autor de "No Tempo mais que Perfeito" conta que teve o jornalismo como primeira e única profissão, depois de ter começado, ainda adolescente, como repórter-auxiliar no extinto “Diário de Minas”.









BH na memória: no alto, uma rara
fotografia do antigo Cine Metrópole,
na Rua da Bahia, em Belo Horizonte,
demolido de madrugada em 1983.
Acima, o Cine Theatro Brasil,
na Praça Sete, centro de BH, em
fotografia de 1950. Durante décadas,
o Cine Theatro Brasil foi o cinema
com as maiores bilheterias entre as
salas de exibição em todo o Brasil




A trajetória profissional de Jáder é invejável. Foi autodidata – num tempo em que ainda não havia, no Brasil, faculdades de jornalismo. Além do “Diário de Minas”, trabalhou na Rádio Guarani, na TV Itacolomi, nos jornais “Diário da Tarde” e “Estado de Minas”, empresas dos Diários Associados de Assis Chateaubriand, e na sucursal de “O Globo” em BH. Também foi free-lancer da United Press International, mandando notícias de Minas para a sede brasileira da agência, que ficava no Rio de Janeiro.

Depois das idas e vindas pelas redações de BH, ele confessa que algumas "razões do coração" o levariam a trabalhar em Buenos Aires, na redação de "El Clarín", ainda hoje um dos principais jornais da Argentina. De volta ao Brasil, partiu para a publicidade e, no Rio de Janeiro, foi editor do lendário "Repórter Esso" no rádio e na TV. Também trabalhou nas revistas “Veja”, “Placar”, “Exame”, “Claudia” e nos jornais “O Globo” e “Correio Braziliense” antes de seguir para a Inglaterra, onde dedicou 31 anos ao trabalho na BBC de Londres antes de se aposentar, em 1999.





O repórter fotografado em dois momentos
na redação da BBC de Londres: em 1970 e
às vésperas da aposentadoria, em 1999



Uma vida na imprensa



Na sua última década de vida, morando com a esposa Nelly, que nasceu na Argentina, e com os dois filhos no condado de Surrey, arredores de Londres, Jáder continuava na ativa, como correspondente da Globo News. E reconheceu que estava muito feliz por rememorar na entrevista sua trajetória na imprensa. “Em mais de meio século de profissão, é a primeira vez que tenho a oportunidade de ser entrevistado para falar de minha história no jornalismo. Não é engraçado?”

Sem falsa modéstia, ele declinou de qualquer comparação quando comento sobre a tradição dos memorialistas mineiros, em especial Pedro Nava (1903-1984) e Carlos Drummond de Andrade (1902-1987), citados várias vezes no relato de Jáder. "Estou longe desta importância, meu caro. Nava e Drummond são monumentos dos mais importantes na cultura e na literatura brasileira. Meu livro é menos ambicioso. É apenas um passeio descompromissado e nostálgico pelo túnel infinito da memória. Está mais próximo daquele cheiro de saudade, como diz a letra do samba do Djalma Ferreira e do Luiz Antônio", apontou, diminuindo por ironia a importância de seu relato. 






A geração modernista em BH: no alto,
Carlos Drummond de Andrade no início
dos anos 1960 ao lado de Pedro Nava,
 Alphonsus de Guimaraens Filho e
Cyro dos Anjos. Na foto acima, Drummond
personificado em estátua de bronze, junto
com Pedro Nava, na Rua Goiás, esquina
com Rua da Bahia, no Centro de BH
 
 
Mas por que os anos 1950? A resposta de Jáder de Oliveira é direta, precedida por uma citação cantarolada por ele relembrando os versos iniciais de “Chega de Saudade”, a canção inaugural da Bossa Nova que João Gilberto gravou em 1959: "Porque é a década da juventude do autor". Nomes, lugares e panoramas culturais de BH são visitados na entrevista e no livro – dos cinemas e livrarias aos cafés e botequins, passando pelos bordéis, pela extinta Feira de Amostras, pelas antigas calçadas de paralelepípedos e pelas 15 linhas de bonde que cortavam incessantemente a Praça Sete.

Como sua paixão sempre foi o jornalismo, o relato de Jáder de Oliveira resgata com atenção especial os meios de comunicação daquele tempo – os jornais em circulação, as estações de rádio, os filmes que encantaram a cidade, o doce e o amargo dos anúncios publicitários. Como nas melhores páginas do jornalismo literário dos norte-americanos Gay Talese e Tom Wolfe, que ele elogia e se reconhece como discípulo, Jáder viaja ao passado para investigar e tecer relações entre acontecimentos de repercussão apenas local e outros que fizeram história no mundo inteiro. 





BH na memória: acima e abaixo, a 
avenida Afonso Pena fotografada
em 1963. Em novembro daquele ano,
o prefeito Jorge Carone surpreendeu
a cidade ao cometer um equívoco
histórico: decidiu, num repente sem
justificativa, mandar cortar todas as
árvores da avenida. A cidade não
perdoou Jorge Carone, que tentou
mas nunca mais conseguiria se eleger
nem como prefeito nem como vereador

 










A década de 1950, ele recorda, foi marcada por comoções nacionais com a morte da estrela Carmen Miranda, em 1955, precedida pelo trágico suicídio de Getúlio Vargas, no ano anterior. Foi também a década de JK e da Guerra Fria entre Estados Unidos e União Soviética que provocava pesadelos – enquanto a invasão cultural norte-americana tomava de assalto corações e mentes nas cidades e avançava pelos grotões.



Capítulos antológicos



O centro do relato de Jáder de Oliveira, em "No Tempo mais que Perfeito", é a década de 1950 ("lembranças dos tempos de JK", como ele destaca), mas a prosa saborosa do autor retorna até o começo do século e não raro vem até nossos dias. A música popular – outra de suas paixões declaradas – com frequência leva o relato para parêntesis iluminados em outras décadas e outras capitais para retornar aos melhores botecos e restaurantes de BH.







Juscelino Kubitschek, então prefeito de
Belo Horizonte, posa com o governador
Benedito Valadares e o presidente
Getúlio Vargas em maio de 1940, na
inauguração da nova Avenida do
Contorno. Acima, folheto da campanha
de JK para o Governo de Minas Gerais,
com o binômio Energia e Transporte
que lhe rendeu projeção nacional


O livro de Jáder de Oliveira também destaca que muitos casais, incluindo políticos e grandes empresários respeitados na capital, começaram aos beijos o namoro nas horas dançantes do DCE, primeiro na sede da Afonso Pena e depois na Rua Tupis, antes da mudança para o endereço da Rua Gonçalves Dias, hoje Espaço Belas Artes de Cinema. Jáder desfila seu bom humor: nas horas dançantes do DCE as moças afoitas, à procura de um candidato a marido que viesse a ostentar um título de doutor, iam dançar.

Sem deixar de lado as cerimônias religiosas e sociais representadas nas missas (que ele descreve como algumas das mais "curiosas e divertidas passagens de BH"), os eventos grandiosos (como a inauguração do Cine Brasil na Praça Sete, que por décadas deteve as maiores bilheterias do país) e listas de intelectuais mineiros "que sempre foram a glória nacional", a verve do cronista também destaca casos divertidos daqueles que deixaram a vida na capital de Minas Gerais e foram para o Rio de Janeiro.








A Praça Sete, no cruzamento das avenidas
Afonso Pena com Amazonas, no Centro de
BH, em três datas: em 1930, 1950 e 2010.
Abaixo, imagem em transmissão da TV Tupi,
inaugurada por Assis Chateubriand em
1950, ganharia no ano de 1955 uma
filial sediada em Belo Horizonte e
batizada de TV Itacolomi


Jáder de Oliveira enumera, em especial, os percalços dos mineiros que seguiram para a antiga capital federal sob a influência de Gustavo Capanema (1900-1985), todo-poderoso ministro da Educação de Getúlio Vargas, que arregimentou para a burocracia do Estado, nos anos de 1930 e nas décadas seguintes, nomes como Drummond, Nava, Rodrigo Melo Franco, Cyro dos Anjos, Cláudio Cunha, Autran Dourado e Alphonsus de Guimaraens Filho, entre muitos outros.

Há também as histórias complicadas e as confidências saborosas, algo indiscretas, sobre Murilo Rubião, João Etienne Filho, Aires da Matta Machado, Emílio Moura e outros que rejeitaram os convites para partir e decidiram ficar em BH. Casos que soam quase como anedotas, mas que são reveladores de uma época, assim como o esforço heroico de Rômulo Paes, Jair Silva, Jadir Ambrósio, Aníbal Fernandes e Gervásio Horta para fazer os melhores carnavais que a cidade já conheceu. 





 
As visitas de celebridades internacionais também fornecem capítulos antológicos – entre eles o impagável "Divas de Hollywood na fila do aeroporto". Os primórdios dos programas de rádio, a gênese da bossa nova e seus reflexos belorizontinos, a crônica esportiva e o projeto para o estádio do Mineirão, a história real da sra. Valentim, ex-Hilda Furacão, a fábrica da Coca-Cola no Barro Preto, a ascensão vertiginosa de JK, o suicídio de Vargas – quase nada escapa da investigação da memória de Jáder de Oliveira sobre os mineiros de BH.



Inconfidências e segredos de alcova



"O futuro era amanhã de manhã. O Brasil estava à nossa frente, tínhamos de correr atrás dele", cita o autor, lembrando a definição do cineasta Cacá Diegues sobre os anos de JK. "No livro tive a intenção apenas de ser nostálgico e divertido. Não tive nenhuma pretensão de fazer alta literatura e nem de ter o rigor da obra memorialista", fez questão de destacar Jáder na conclusão da entrevista, pelo telefone, na manhã seguinte à noite de autógrafos que reuniu amigos de outras épocas em BH.






BH na memória: imagens do
Viaduto de Santa Tereza, um dos
cartões-postais mais tradicionais da
da capital, registrado em fotografias
datadas de 1946 e de 2010. Abaixo,
duas imagens da Panair, que foi a
maior companhia aérea do Brasil
até que veio o golpe militar de 1964


Ele ainda comentou um ou outro caso registrado no livro que chegou a gerar algum constrangimento, ainda na noite de autógrafos – mas explica que não fez nenhuma inconfidência que pudesse ser comprometedora. “Meu livro não revela nenhum grande segredo de alcova, como fez o Pedro Nava ao relatar sobre personalidades tidas como inatacáveis. Só registrei aqueles segredos de polichinelo, que toda uma geração de amigos repetia de cor e salteado”, explicou.

Depois da entrevista, ele seguiria viagem para Buenos Aires e depois retornaria a Londres. Mas reconheceu que aquela noite de autógrafos foi uma das emoções mais fortes que teve nas últimas décadas. “Foi muito emocionante porque entendi que era uma despedida, para mim e para muitos dos meus amigos que estavam ali e que talvez eu estivesse encontrando pela última vez”.

Apaixonado desde a juventude tanto pelo canto miúdo e minimalista da Bossa Nova de João Gilberto quanto pelo vozeirão seresteiro de Orlando Silva, Jáder revelou que a noite de autógrafos foi planejada investigando o calendário. Tinha escolhido o primeiro dia útil após o fim do horário de verão. Os ponteiros dos relógios haviam sido atrasados em 60 minutos e quando os amigos chegaram, a cidade começava a escurecer.









Afinal – explicou Jáder, com seu bom-humor característico – não ficaria bem para um velho apaixonado da noite autografar seu livro de estreia sob os efeitos da claridade solar. No capítulo final do livro, intitulado "Campos de aviação, noturnos da Central", as viagens e sua memória afinada com os clássicos da música popular fornecem o argumento que diz muito da experiência de vida do autor, jornalista que adotou desde cedo o destino de cidadão do mundo:

"A Panair inspirou também a música gravada por Milton Nascimento e por Elis Regina que diz 'a primeira Coca-Cola foi, eu me lembro bem agora, nas asas da Panair'. De minha parte, o primeiro suco de tangerina que tomei foi como passageiro de um Constellation, entre Belo Horizonte e o Rio de Janeiro. Nenhuma outra companhia me serviu de novo esse suco delicioso".

Depois desta última lembrança, um último parágrafo, de uma só linha: “...o túnel da memória continua infinito”. São as palavras que encerram o livro. No lugar delas também poderiam estar os versos do poeta inglês T. S. Eliot (1888-1965), citados com reverência por Jáder de Oliveira nas primeiras páginas: "O tempo presente e o tempo passado / talvez estejam ambos presentes no tempo futuro".


por José Antônio Orlando.


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10 comentários:

  1. Conheci o Jáder de Oliveira em Beagá, quando trabalhamos juntos no Diário de Minas, e passei décadas sem ter notícias dele, até o dia em que, fazem cinco ou seis anos, o vi pela primeira vez apresentando uma reportagem na Globo News. Confesso que quase fui às lágrimas.
    A mesma emoção encontrei agora com esta página maravilhosa do seu blog, José Antonio Orlando. Seu trabalho aqui, nesta e em outras páginas, me forçou a registrar este elogio - e olha que eu raras vezes registro comentários na internet. No seu caso, tive que abrir uma exceção.
    Neste Semióticas tudo é de uma qualidade impressionante: textos, entrevistas, imagens, cada página é melhor que a outra. Parabéns e muitas felicidades neste seu trabalho de jornalismo de primeira!

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  2. Oi. Adorei a matéria e fiquei realmente com vontade de ler o livro. Mas não o encontrei em nenhuma livraria de SP. Como faço para adquirir um exemplar?

    nathaliaqueiroz@gmail.com

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    Respostas
    1. Olá, Nathalia Queiroz. Agradeço o elogio, sempre bem-vindo. O livro do Jáder de Oliveira foi uma edição comemorativa dos 40 anos de atividade da Engesolo Engenharia. Em BH ele está disponível em algumas livrarias...

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  3. Que matéria mais poética e mais bacana sobre a BH de outros tempos!... Seu blog é um show, José. Parabéns e parabéns. Texto impecável, edição impecável, imagens encantadoras... Você é o cara!

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  4. Não sou de deixar mensagens nas páginas que visito, mas no seu caso vou ter que abrir uma exceção. Parabéns, José Antônio Orlando. Como disse o amigo acima, você é o cara! Seu blog é a melhor coisa que encontrei na internet em muito tempo. E esta página com o livro do Jáder de Oliveira sobre BH está de emocionar!
    Victor Pereira - jornalista.

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  5. é verdade que o antigo Cine Theatro Brasil hoje é uma Igreja?
    Retrocesso.

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    Respostas
    1. Boas notícias, meu caro Bruno Souto Maior. O Cine Theatro Brasil foi restaurado e transformado em um centro cultural com teatro, galerias de arte e outros espaços abertos ao público. Uma boa notícia, um Oásis no Deserto. Forte abraço. Seja sempre bem-vindo.

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  6. Este blog merece cada comentário de elogio que está registrado.
    É poesia visual e um espetáculo de sabedoria em cada página. Parabéns, José Antônio Orlando. Você me levou de volta a BH numa viagem no tempo. Aprendi muito e fiquei emocionado. Deus lhe pague.

    Robson Nogueira

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  7. Silvia Maria Cavalieri10 de setembro de 2014 17:59

    Amei este site. Virei fã. Parabéns pelo alto nível, José.

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  8. Nossa!Eu fico aqui quase que me colocando,imaginariamente,no meio desta entrevista que pelo visto deve ter sido muito divertida, além de produtiva. Que delícia de texto com todos esses relatos engraçados e com as lembranças do Jáder de Oliveira. Reservei um tempo maior só para apreciar, com muita calma, cada detalhe destas belas imagens disponibilizadas aqui. Demais!
    Depois de ler este texto maravilhoso, estou fechando meu domingo com chave de ouro.
    Muitos e muitos Parabéns, querido José Antônio Orlando!

    Edi Lopes


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