sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Apocalipse(s)





O italiano Umberto Eco classifica alguns modos de pensar os mundos possíveis e suas representações contidas no conceito de “heterotopias”, aquelas possibilidades de ficções ou imaginações que o gênio humano acalenta, para além do real imediato, factual. Eco destaca que, dos modos de usar o conceito, o que distingue a narrativa fantástica da realística é o fato de que o mundo possível é estruturalmente diferente do real.

Heterotopias são usadas por muitos em situações das mais diversas, do discurso político aos dogmas da religião e da filosofia, dos anúncios de publicidade aos clássicos da literatura e às obras de arte. Com ironia e aguda percepção do detalhe revelador, em “Viagem na Irrealidade Cotidiana” e em “Sobre os Espelhos e Outros Ensaios”, ambos publicados pela editora Nova Fronteira, Eco considera em algumas categorias os “mundos possíveis” – alotopias, utopias, ucronias, metatopias, metacronias e suas variantes.




Sagrado & Profano: o Apocalipse narrado
na Bíblia Sagrada há séculos impressiona o
mundo cristão: no alto e acima, os vitrais e
o afresco da época renascentista que é
atribuído a Michelangelo (1475-1564),
na Capela Sistina do Palácio Apostólico,
no Vaticano. Abaixo, o cenário exótico
do restaurante do hotel Grota Palazzese,
construído dentro de uma caverna conhecida
desde a Roma Antiga, na cidade de
Polignano a Mare, Sul na Itália,
às margens do Mar Mediterrâneo








A questão semiótica que Umberto Eco estabelece responde a um raciocínio criativo que todos nós alcançamos na vida cotidiana: “o que aconteceria se o mundo real não fosse semelhante a si mesmo, isto é, se a sua própria estrutura fosse diferente”? Penso nas categorias dos mundos possíveis a propósito do sucesso de "A Batalha do Apocalipse" (Editora Record), do jornalista Eduardo Spohr, nas listas de mais vendidos – um feito incomum para obras de literatura de fantasia escrita por um brasileiro. 

"Fico extremamente feliz por ter sido o meu livro um dos primeiros a alcançar este destaque tão raro entre a produção literária do Brasil", destaca Eduardo Spohr em entrevista por telefone, do Rio de Janeiro. Ele diz que até acha graça do sucesso atual, porque seu livro foi rejeitado por várias editoras antes de ser publicado e virar um campeão de vendas.


Carioca de 1976 e professor universitário, jornalista formado com especialização em mídias digitais, Eduardo Spohr (foto ao lado) conquistou um lugar pouco frequentado por autores brasileiros, pois geralmente as listas dos mais vendidos é dominada por best-sellers estrangeiros. “A Batalha do Apocalipse”, seu livro de estreia, virou sucesso primeiro na internet, onde chegou a vender 4 mil exemplares de forma independente. Logo veio o contrato com a Record, uma das maiores editoras em atividade no Brasil, e agora ele comemora mais de 180 mil cópias vendidas.

O livro de Eduardo Spohr narra o confronto entre o céu e o inferno no Dia do Juízo Final. Ablon, o personagem central, representa a própria dualidade do ser humano – trata-se de um anjo renegado que vive o dilema de não poder se juntar às tropas do Bem, mas também não quer ceder às tentações do Mal. "Como sempre me interessei por metáforas filosóficas em filmes como 'Matrix' e 'Guerra nas Estrelas', utilizo o mesmo recurso nos livros", conta o autor. 
 



Luke Skywalker observa o pôr de dois sóis
imaginados por George Lucas para o primeiro
filme da série Guerra nas Estrelas. Abaixo,
duas fotografias intrigantes datadas de fevereiro
de 2011: a primeira, de Robert Clark, registra
os tanques em terraços com água mineralizada
que produzem sal por evaporação em Maras,
no Peru, há séculos, desde o auge da 
civilização Inca, muito antes da chegada
dos espanhóis em 1500. A segunda foto,
de Kazuyoshi Nomachi, registra o
Salar De Uyuni, em Potosí, no sudoeste
da Bolívia, considerado o maior 
deserto de sal do mundo, fotografado
durante a temporada de chuvas













"Tomo todo o cuidado. As referências não podem nunca ser mais importantes que os personagens. Também utilizo um linguajar dos nerds, um 'skin', ou seja, uma pele que você muda de acordo com o ambiente. A pele é a pesquisa enquanto o coração são os personagens, a trama", explica Spohr. Com toda modéstia, diz que não se considera um bom escritor. 

Sou apenas um nerd que gosta de contar histórias”, alerta. “E estou sempre pesquisando, tentando entender o mundo ao meu redor. Não diz aquela frase famosa do Leon Tólstoi, um dos maiores da literatura, que é preciso falar de sua aldeia para falar ao mundo?” Ainda colhendo os louros pelo sucesso do romance de estreia, que nos próximos meses estará disponível no exterior com uma edição em inglês, Spohr está lançando seu segundo livro, “Filhos do Éden – Herdeiros da Atlântida”, primeira parte de uma saga que tem previsão de seis livros.







Histórias deste mundo e dos outros em
portais místicos da percepção: acima,
Shaman on the Monument Valley,
fotografia de 2005 de Steve Zigler
Navajo. Abaixo, El Khasne (O
tesouro), pintura de 1874 de Frederic
Edwin Church que reproduz a fachada
de um dos templos da antiga cidade de
Petra, na Jordânia – na verdade uma 
tumba gigantesca escavada em um
penhasco, na Antiguidade, com
fachadas de pilares esculpidos que
lembram os monumentos sagrados
da Grécia e Keanu Reaves com
o elenco de Matrix, trilogia de filmes
sobre um futuro apocalíptico, escrita
e dirigida pelos irmãos
Andy & Larry Wachowski 
 











Síndrome de Matrix



No primeiro momento me pediram para fazer uma continuação do primeiro livro. Mas hesitei, na verdade porque tive medo da síndrome de Matrix”, brinca Spohr, que elogia o argumento do longa-metragem que foi sucesso no mundo inteiro e cujas sequências não foram bem recebidas pelo público. Assim como em “A Batalha do Apocalipse”, muitos filmes e best-sellers internacionais, entre eles a trilogia escrita e dirigida pelos irmãos Andy e Larry Wachowski – “Matrix”, 1999, “Matrix Reloaded”, 2003, e “Matrix Revolutions”, 2003 – arriscam bricolagens de elementos de referências.

Em comum na literatura de Spohr e em “Matrix” estão, entre outras, presenças ilustres do imaginário de Lewis Carroll (em “Matrix”, o coelho branco que serve de sinal para Neo descobrir o outro mundo foi extraído de “Alice no País das Maravilhas”) e muitos filmes de ficção científica (“Metrópolis”, “2001 – Uma Odisseia no Espaço”, “Guerra nas Estrelas”, “O Exterminador do Futuro”...), animes (“Akira”, “Ghost in the Shell”), histórias em quadrinhos, informática e alguma filosofia – de Platão e Descartes a Jean Baudrillard.

Ao invés de tentar a continuação do primeiro livro, resolvi criar um novo universo, totalmente diferente, mas também inspirado nestes clássicos da cultura nerd”, explica Spohr. “Eu misturo mitologia e filosofia com aventura, e acho que é isso que deve atrair os leitores. As pessoas gostam de ler para se divertir, mas também gostam de sentir que estão aprendendo alguma coisa.”





Apocalipse(s): acima, River House, Serbia,
imagem de uma série premiada, produzida
pela fotógrafa canadense Irene Becker,
que apresenta paisagens que permaneceram
intocadas em áreas atingidas por guerra civil
 e conflitos armados. Abaixo, os lendários
dragoeiros sob a luz da lua na ilha de
Socrota, no Iêmen, cenário que lembra
os filmes de ficção científica, em
fotografia do inglês Michael Melford,
e a estranha beleza da Aurora Boreal,
no território ao norte da Finlândia,
em fotografia de Danny Green







 



O crescimento da cultura nerd na mídia, segundo Eduardo Spohr, é um dos principais fatores no sucesso de suas histórias. “Hoje, o nerd virou popular. Os heróis que eram admirados só por meia dúzia de fanáticos, passaram a fazer parte da vida de todo mundo. É esse mundo que pretendi oferecer na minha trama, que é ambientada em diversas épocas, Roma Antiga, Idade Média, Babilônia", diz o escritor, citando outros heróis em livros e filmes, de “Homem-Aranha” a “Senhor dos Anéis”.

A Batalha do Apocalipse”, um calhamaço de 586 páginas, narra a guerra entre exércitos celestes e anjos caídos que ameaça toda a humanidade. “Desde criança eu tentava entender a conexão entre religião e ciência. Anjos são criaturas que sempre me fascinaram”, diz Spohr, confessando que se sente “surpreso e feliz” com o sucesso, mas que também não esquece como tudo começou.

Em 2003, Spohr perdeu seu emprego de jornalista em uma empresa de internet e começou a escrever as histórias que tomavam seu imaginário desde a infância, quando jogava RPG e viajava muito: seu pai era piloto da Varig e sua mãe aeromoça. “"Tive a sorte de conhecer muitos lugares, muitas culturas e religiões. Na adolescência, eu era um caso raro na minha escola porque adorava as aulas de ciências e também as de religião e de história. Depois, mais tarde, aprendi a jogar RPG e a inventar histórias de apocalipse e de anjos. Há personagens que estão no livro que foram criados naquele tempo”, conta.






Acima, Selva da Cidade (2004): sugestões
de realismo e fantasia no painel do fotógrafo
e artista turco Ara Güler. No alto,
a Lua Azul, evento que marca a raridade
da segunda Lua Cheia em um mesmo
mês, fotografada no Hemisfério Sul
 em 31 de dezembro de 2009; e o
Mestre Yoda, criado por George Lucas,
 que consagrou a mística saudação Jedi na
saga de Guerra nas Estrelas: "Que a
Força esteja com você / May the Force
be with you". Abaixo, árvores de baobá
na ilha de Madagáscar, na costa
ao Sudeste da África, em
fotografia de Marsel van Oosten








Sobre o período em que ficou desempregado, Spoh diz que foi uma época sinistra, mesmo sendo fundamental para lançá-lo no mundo da produção em literatura. “Fiquei dois anos desempregado, foi terrível. Nem gosto de lembrar. Escrevia para me ocupar, fazer alguma coisa produtiva”, recorda. Nos novos tempos, os planos são outros. Tanto que ele confessa que, com o sucesso do primeiro romance, já poderia abandonar o trabalho como professor e viver exclusivamente como escritor. 



Os mitos ancestrais 




Na expectativa para embarcar em breve para o lançamento do livro em Belo Horizonte, Eduardo Spohr explica pelo telefone que está aprendendo muito em cada encontro com o público, nos lançamentos que tem feito pelas capitais. "A coisa mais importante na cultura é o público", destaca. "Nada se compara à experiência de aproximação com os leitores. Adoro este contato e estou aprendendo com eles sobre os leitores em geral e também sobre o significado do livro que escrevi. Brincar que eles são meus patrões, que pagam meu salário", conta Spohr, que ambienta a história do primeiro livro no Rio de Janeiro.






A jornada do herói diante dos horrores da
guerra e da destruição: Apocalypse Now,
filme de 1979 de Francis Ford Coppola,
transferiu para o Vietnã nos anos 1960
o romance O Coração das Trevas,
 publicado em 1902 por Joseph Conrad.
No alto, Dust Storm, fotografia de 1983
de Steve McCurry, um dos mais
premiados fotógrafos da Agência
Magnum, que considera esta imagem,
registrada no deserto do Rajasthan,
Índia, sua obra-prima. Abaixo, baobá
com mais de 2 mil anos em uma tribo
no Quênia, África, possivelmente
uma das árvores mais antigas
existentes no planeta Terra







"Por que não o Rio de Janeiro? Dou a desculpa de que o Brasil é um dos países neutros", ironiza Eduardo Spohr, entrando na lógica que rege o mundo imaginado em seu argumento. Ele também revela que é um grande devorador de cultura pop. Na chamada “alta cultura”, busca referências no norte-americano Joseph Campbell (1904-1987), cujo livro “A Jornada do Herói” inspirou diversos escritores e personalidades do cinema e outras mídias ao longo do último século. Walt Disney, entre outros, usou a obra de Campbell como parâmetro para a criação da imensa maioria dos heróis da Disneylândia. 

Como se não bastasse a brilhante companhia de Disney, Spohr cita George Lucas – outro que confessou ter buscado sustentação criativa no livro de Campbell quando realizou o primeiro “Guerra nas Estrelas” e todas os filmes que vieram depois. Não por acaso, os irmãos Wachowski também assumiram que beberam na mesma fonte para dar vida aos personagens de “Matrix”.

O autor de “A Jornada do Herói” foi um estudioso dos mitos ancestrais, ou seja, daqueles primeiros homens, há milhares de anos, que um dia abandonaram a vida mundana para adotar uma região sobrenatural, enfrentando diversos perigos, sofrendo inúmeras tentações até retornar à casa nos tempos futuros, agora consagrados pelo triunfo.


 

Acima, procissão do Melasti, cerimônia de
purificação dos seguidores da religião hindu,
considerada a mais antiga de todas as
religiões, fotografada em março de 2010
na Ilha de Bali, Indonésia, por Syaifudin
Vifick. Abaixo, a cena do bombardeio de
Napalm ao som de Cavalgada das Valquírias,
ária da ópera do compositor alemão
Richard Wagner (1813-1883), em cena
de Apocalypse Now (1979). Nas imagens
seguintes, Marlon Brando em outra cena
do filme, no papel do coronel Walter Kurtz,
protagonista de flagrantes pitorescos durante
as filmagens tumultuadas da equipe de
Coppola no Camboja, fotografado
por Mary Ellen Mark





"Por conta do raciocínio maravilhoso que o livro de Campbell estabelece, tentei criar uma história que não tratasse de religiosidade, mas de espiritualidade. Minha intuição dizia que religião poderia virar um terreno muito perigoso", explica Eduardo Spohr, buscando como justificativa de seu argumento um de seus avatares, o mentor da saga interplanetária "Guerra nas Estrelas". 

"George Lucas seguiu caminho semelhante ao que adotei ao identificar como Força e não como Deus o estímulo espiritual dos seu heróis. Com isso, não ofendeu nenhuma crença", completa. O raciocínio que Spohr adotou como fio condutor em sua batalha tem gerado uma legião de leitores.


por José Antônio Orlando. 


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18 comentários:

  1. José Orlando, gosto do seu ritmo, da sua dança, da leveza ao escrever sobre referências da ciência dos signos. Parabéns pelo blog.
    Passeio por aqui sempre, mesmo que não me fazendo conhecer através de comentários. Parabéns!

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  2. A Batalha do Apocalipse está na minha pilha de leituras. Gostei da abordagem dos seus comentários. Bem posicionado e fundamentado.

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  3. Valeu, José Antônio Orlando. Que beleza de blog! Acho que você conhece:

    Quando seguimos a nossa bem-aventurança, e por bem-aventurança quero dizer o profundo sentimento de se estar no caminho e fazendo aquilo que nos impele a avançar a partir de nosso próprio ser; pode não ser divertido, mas é essa a nossa bem-aventurança...

    Se seguirmos esse chamado, portas se abrirão onde antes nem havia portas, onde não sabíamos ser possível haver portas, e onde não haveria porta para nenhuma outra pessoa. E isso envolve um mergulho no local profundo do seu próprio ser.

    Joseph Campbell e eu estamos na expectiva pelo sucesso cada vez mais do seu Semióticas, aqui e em outras.

    Júlio César Estudioso

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  4. José, acabo de ver uma matéria publicada em um jornal de BH que é praticamente idêntica a esta página do seu blog. Você autorizou ou é um plágio desavergonhado? Acho que a segunda opção deve ser a mais forte (risos).
    Será que quem escreveu e editou a matéria acha isso normal? Que vexame...
    Mais um motivo para eu e tantos outros elogiarmos seus textos incríveis e suas belas imagens que fazem a gente pensar. E este não é um Elogio do Vampiro (risos).
    Parabéns e boa sorte, meu caro!

    João Vargas

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  5. Por que me surpreendo com seus textos? Ora, o que mais poderia encontrar aqui, senão a visão esclarecida de um homem singular, cuja clareza de ideias é magnífica? O mergulho profundo nos estimulantes significados que seus textos possuem, provocam inevitável catarse. Assim percebo que não andei pensando, sentindo ou observando sozinha... Aqui, neste blog, a solidão intelectual se dilui, se desfaz e, então... celebro. Bravo, meu caro Jedi!
    "Que a Força esteja com você!"
    Celina Beatriz Villanova

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  6. Seus textos são as mais belas companhias!!!

    Abraços
    Benilde

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  7. Georgiana Alves Cordeiro20 de julho de 2012 11:01

    Achei que só existiam utopias. Aqui no seu blog foi a primeira vez que ouvi falar de alotopias, ucronias, metatopias, metacronias e outras variantes. Desde a primeira vez que visitei esta página, virou minha obsessão de pesquisa e tema de minha dissertação de mestrado. Agora vou ter que dedicar minha monografia a você. Muito obrigado por sua sabedoria compartilhada, José Antônio Orlando. Você sempre será meu mestre do coração e do pensamento. Saudades...

    Georgiana Alves Cordeiro

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  8. "um anjo renegado que vive o dilema de não poder se juntar às tropas do bem, mas também não quer ceder às tentações do mal": acho que estou vivendo uma fase de anjo renegado! parabéns pelo blog, mestre, está cada dia melhor :) mariana ferreira

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  9. Marco Antônio Nogueira3 de novembro de 2012 10:12

    Dizem que sem liberdade de criticar, não existe elogio sincero. Mas criticar o quê, neste seu blog espetacular? Cheguei aqui agora, depois de clicar num link que encontrei na página de um amigo do Facebook, e o que encontrei não é um blog, definitivamente.
    Semióticas é uma revista eletrônica da melhor qualidade. Poucas vezes, impressos ou na internet, encontrei textos tão bem elaborados e uma edição de imagens com este cuidado e qualidade. Você e seu blog vão longe, José. Estou certo disso. Parabéns!

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  10. Marco falou quase tudo. Até postei o link deste post para uma amiga muito querida que está desenvolvendo pesquisa em redes de criação dentro da esfera das artes visuais. Mais uma vez, parabéns! É reconfortante saber que a internet tem o seu lado mais do que bom... :)

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  11. Caroline Silveira10 de maio de 2013 10:41

    Todas as imagens aqui são muito lindas, mas não são mais lindas que os textos. Parabéns, José. Cheguei aqui por causa do link que recebi no Facebook e não sei porque demorei tanto a descobrir este site maravilhoso. Comecei por "Apocalipses" e agora estou sem rumo porque tem muito conteúdo inacreditável para eu ver e curtir e aprender.
    Você é um mestre querido. Agradeço de coração.

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  12. Que beleza de texto e de imagens! Também cheguei aqui porque uma amiga do Facebook compartilhou este link e fiquei muito encantado. Com esta e com todas as outras páginas bonitas e muito inteligentes que estou visitando por aqui no seu site. Parabéns. Descobri que estou no paraíso.

    João Martins

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  13. Paulo Victor de Almeida20 de junho de 2015 10:33

    Bom dia, José Antônio Orlando. Registro aqui meus mais sinceros agradecimentos por tanta sabedoria compartilhada e meus parabéns por tanta beleza reunida neste site Semióticas. É o melhor que conheço. Seu trabalho é simplesmente sensacional.

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  14. Fernando Façanha19 de julho de 2015 13:15

    Eu virei um fã de literatura e de ficção científica depois de ler A Batalha do Apocalipse. Pesquisando no Google, achei este blog que é fantástico e vale por muitas aulas. Cada matéria melhor que a outra. Comecei por esta página Apocalipse(s) e adorei. Vou ter que voltar muitas vezes para conferir tudo de bom que vi por aqui. Parabéns e muito obrigado por compartilhar estas maravilhas. Este blog Semióticas ganhou mais um fã.

    Fernando Façanha

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  15. Nossa! Quanta informação. Adorei.

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  16. Laura Cristina Coelho5 de dezembro de 2015 11:54

    Este blog Semióticas é a coisa mais linda e inteligente que já encontrei na Internet. Virei fã. Parabéns demais, meu querido autor José Antônio Orlando!

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  17. É sempre surpreendente como cada matéria do Semióticas é capaz de preencher a minha sede do belo, da arte, e eis que aqui estou
    muito feliz por ter acesso a toda essa beleza de blog.
    querido Prof José Antonio Orlando, você está de parabéns. Grande abraço.

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  18. Estou de volta ao meu cantinho especial que é este blog Semióticas lendo este texto acho que pela terceira vez(risos). Vale ler e reler seus belos textos. Recomendo.
    Parabéns pelo primor de sempre em tudo que você escreve,querido José Antônio Orlando!
    Sucesso sempre! Beijo
    Edi Lopes

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